"Um fotógrafo nunca está só. O que ele faria se não tivesse a dedicação, a competência e a amizade de alguém no laboratório cuidando de seus filmes? No meu caso, ganhei na sorte grande. Conheci a Rosângela, a Rô, no final da década de 1980 e desde então estamos trabalhamos juntos com a cumplicidade e o companheirismo de quem adora o que faz. Eu fotografando e a Rô revelando os filmes e ampliando as cópias com tamanho zelo e carinho que sinto com toda certeza e reconhecimento, que meu trabalho não seria o mesmo longe dela. Sem falar da amizade que germinou neste longo convívio. Uma das coisas boas de minha vida sempre foi chegar ao laboratório da Rosângela carregado de filmes, encontrá-la sempre disposta a contar e ouvir histórias, darmos boas risadas e sair de lá carregando minhas folhas de contatos e ampliações. Rô, queridona, obrigado por tudo. Não esquecerei jamais. Um beijo do Cristiano"

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